Menu Content/Inhalt
Início arrow Artigos e textos arrow Educação Física Escolar arrow Atletismo na escola: é possível?

Notícia de última hora

Nível socioeconômico determina hábitos que desencadeiam a obesidade
Mulheres residentes em regiões de exclusão social foram acompanhadas durante três anos. Estudo mostrou que 68% delas estavam com sobrepeso e 28,4% obesas. As causas estão entre hábitos alimentares e taxa de fecundidade.
Leia mais...
 
Atletismo na escola: é possível? PDF Imprimir E-mail
Escrito por Elias de Oliveira Justino e Welesson Rodrigues   
segunda, 26 de março de 2007
Elias de Oliveira Justino e Welesson Rodrigues

 
 
ImageRESUMO

O Atletismo pode ser considerado o esporte-base, por sua capacidade de testar todas as características básicas do homem em três tipos de provas: individuais que são as corridas, os saltos e os lançamentos e pelo desenvolvimento dessas habilidades serem essencialmente necessárias para a prática de outras modalidades esportivas. O objetivo deste estudo foi analisar como acontece à prática do desporto atletismo nas escolas da rede municipal de ensino de Ipatinga-MG bem como, discutir soluções para a melhor desenvoltura deste desporto nas aulas de educação física dessas escolas. A amostra foi composta por 19 (dezenove) professores de Educação Física, representantes de 19 escolas selecionadas entre as 37 que compõem a rede municipal de ensino da cidade de Ipatinga-MG que responderam a um questionário que permitiu detectar: a) o interesse do professor pelo Atletismo; b) se trabalham com atletismo e suas justificativas; c) se tem contato com cartilha de atividades para atletismo e d) Os fatores que podem contribuir para o desenvolvimento do Atletismo em suas aulas. Como resultado verificou-se que 13(treze) professores (68,4%) são espectadores desse desporto; Os que trabalham o Atletismo são 10 (dez) professores (52,7%) e 9 (nove) professores (47,3%) não trabalham em suas aulas; 7(sete) professores (36%), responderam que é necessários um maior conhecimento deste esporte e a falta de material próprio foi o fator que dificulta esta prática para 26,4% (N=5); 52,7% (N=10) dos professores responderam que um material teórico próprio pode auxiliar no desenvolvimento do atletismo em suas aulas; todos foram unânimes em afirmar que o atletismo deve fazer parte do planejamento anual. É essencial que as escolas da rede municipal de ensino de Ipatinga-MG busquem alternativas para que seus professores trabalhem com o desporto atletismo em suas aulas, sempre focado em torná-las muito mais diversificadas respeitando a faixa etária e o nível motor de cada uma, para atingirem muitos mais objetivos com seus alunos.

Palavras Chave – Atletismo – Educação Física Escolar – Iniciação Esportiva

ABSTRACT

Athletics can be considered the sport-base, for its capacity of testing all the basic characteristics of man in three types of tests: individual that are the races, jumps and launchings and also the development these abilities is really necessary to the practice of other sports modalities. The objective of this study was to analyze how is the athletics being practical in the public school in Ipatinga city, and also to argue solutions to develop better their sport in physical education classes of these schools. The sample was composed for 19 (nineteen) teachers of physical education, representatives of 19 schools selected between the 37 of the municipal net of education of the city of Ipatinga-MG that had answered a questionnaire that allowed to detect: a) The interest of the teacher for the Athletics; b) The ones that work with athletics and its justifications; c) If it has contact with athletics manual and d) the factors that can to contribute for the development of the Athletics in the classes of Physical Education. As result was verified that 13 (thirteen) teachers (68,4%) are spectators of this sport; The ones that works the Athletics are 10 (ten) teachers (52,7%) and 9 (nine) teachers (47,3%) do not work in its classes; 7 (seven) teachers (36,0%), they had answered that a bigger knowledge of this sport is necessary and the lack of proper material was the factor that makes it difficult this practical for 26,4% (N=5); 52,7% (N=10) of the teachers had answered that a proper theoretical material can assist in the development of the athletics in its classes; all had been unanimous in affirming that the athletics must be part of the annual planning. It is essential that public school in Ipatinga city search new alternatives, so the teachers would work better with athletics sport in their classes, always keeping the focus in becoming its more interesting and respecting the age level and the ritm of each one, to reach many objectives with the pupils.

Key Words - Athletics - Schoolar Physical Education - Sports Initiation
 
Introdução

O atletismo pode ser considerado como um dos esportes mais praticados do mundo, pois a começar por uma simples corrida, visto como a prática esportiva mais adotada na atualidade, e indo até um lindo salto com vara, várias modalidades esportivas compõem o atletismo.

Para o Museu dos Esportes (S. D.), seu início se cruza com o aparecimento do homem primitivo observando sua prática de atividades para sobrevivência que, de forma natural, executava movimentos nas atividades de caça e em sua defesa própria. Atividades como saltar, correr, lançar, que eram desenvolvidas e hoje estão relacionadas com as diversas provas de uma competição de atletismo.

O autor ainda cita que o Atletismo pode ser considerado o esporte-base, por sua capacidade de testar todas as características básicas do homem em três tipos de provas, individuais como as corridas, os saltos e os lançamentos que são provenientes de atividades naturais e fundamentais do homem desde seus primórdios. Assim, se reafirma como “esporte base” devido ao fato de o desenvolvimento dessas habilidades serem essencialmente necessárias para a prática de outras modalidades esportivas.
 
Iniciação Esportiva na Educação Física Escolar

De acordo com Kirsch et al (1984), a Educação Física escolar deve oferecer meios para alcançar as formas esportivas mais variadas de acordo com as possibilidades de nossos alunos.

Na fase de iniciação, o ideal é oferecer um grande número de oportunidades para o desenvolvimento de habilidades motoras variadas, pois se proporcionarmos ao aluno iniciante, experiências motoras em corridas, equilíbrio, lançamentos, saltos, etc., estaremos munindo-os com qualidades motoras que poderão ser utilizadas em todos os desportos coletivos. E como as crianças aprendem melhor com práticas concretas, as atividades a serem desenvolvidas para a vivencia de habilidades, devem ser de forma lúdica com ou sem bola, tais como piques com mudanças de direção, com formação de grupos; brincadeiras de correr, saltar, lançar e brincadeiras que combinem esses fundamentos (FERREIRA, 2001).

A iniciação ao atletismo - visto como um conjunto de habilidades específicas - constitui a primeira fase do processo ensino-aprendizagem para o caminhar, correr, saltar, lançar e arremessar, utilizadas no atletismo convencional. Representa a passagem destas atividades básicas do estágio de padrões gerais para os de forma grossa para os respectivos padrões no atletismo (KIRSCH et al, 1984).
 
O Atletismo na Educação Física Escolar

A escola, de acordo com Pinto (1992), deve optar por um "pré-atletismo", em que, numa primeira fase, faz-se através dos gestos motores básicos; e numa segunda fase, mantêm-se os da primeira, avançando-se para as tarefas que exigem uma maior codificação dos gestos motores básicos, aproximando progressivamente a criança do Atletismo.

Para Bragada (2000), grande parte das escolas, em especial de rede pública, não possui sequer espaço para a prática de esportes como o atletismo. É interessante também notar que as modalidades esportivas de maior prestígio nacional são coletivas e têm como material principal à bola. Essa, como instrumento de comunicação entre várias pessoas, coloca a concepção do atletismo como esporte em “xeque” na cabeça do aluno iniciante. Tal concepção talvez ajude a explicar a sentença bem brasileira: "atletismo não tem bola!" (ORO, 1984).

Se for perguntado a escolares brasileiros o que acham do Atletismo, provavelmente, a opinião mais comum será a de ser um esporte "sem graça", tanto de se praticar quanto de se assistir; correr, saltar e lançar, entretanto, como habilidades físicas de base, estão presentes em quase todas as modalidades esportivas. Como ato motor natural, significa uma função da natureza humana. Por isso, em si, os movimentos atléticos não são desinteressantes. O que pode torná-los assim é a sua interpretação e sistematização didática (MEZZAROBA et al 2006).

Segundo Oro (1984) “a iniciação do atletismo constitui a primeira fase do processo ensino-aprendizagem para as formas esportivas de caminhar, correr, saltar, lançar e arremessar, utilizadas no atletismo convencional” e Bragada (2000), afirma que o atletismo na Escola deve proporcionar vivências e experiências iniciais que são fundamentais para o desenvolvimento de habilidades motoras em crianças e jovens.

Hoje em dia, o grande número de modalidades esportivas “oferecidas” às crianças e jovens na Educação Física contribui para dificuldade de se aprimorar as técnicas abordadas. Os professores de Educação Física encontram dificuldades em trabalhar com uma repetição das habilidades desenvolvidas nas aulas; o que mostra a necessidade de ajustar seus programas para um melhor aproveitamento.

De acordo com Bragada (2000), a disciplina de Atletismo, no contexto escolar, pode ser fundamental, devido a suas capacidades e habilidades servirem de base para outras modalidades desportivas. O lançar uma bola leve confunde-se com um passe ou um arremesso do Handebol; o correr “bem” é fundamental em quase todas as modalidades que necessitam de locomoção. A ligação da corrida-impulsão para o salto em altura solicita ações semelhantes à preparação do ataque no voleibol.

Na escola não é necessário trabalhar o atletismo apenas como um esporte de rendimento. As atividades de atletismo não devem ser elaboradas diferente da realidade social e valores dos alunos (LIMÃO et al 2004). O Coletivo de Autores (1992) sugere a utilização de jogos baseados no atletismo que “promovam o reconhecimento de si mesmo e das próprias possibilidades de ação”. Assim, o atletismo deverá ser adaptado ao meio, ao número de alunos, aos materiais disponíveis ao mesmo tempo em que oferece oportunidades concretas de vivência no esporte. Logo, é válido que o atletismo seja trabalhado na Educação Física em suas aulas, mas considerando e respeitando a faixa etária de cada um ( KOCH, 1984).

Neste contexto, o objetivo deste trabalho foi analisar como acontece à prática do desporto atletismo nas escolas da rede municipal de ensino de Ipatinga-MG bem como, discutir soluções para a melhor desenvoltura desse desporto nas aulas de educação física dessas escolas.

Metodologia

A amostra foi constituída por 19 (dezenove) professores de educação física, sendo 8(oito) do sexo masculino e 11(onze) feminino, representantes de 19 escolas selecionadas entre as 37 (escolas) que compõem a rede municipal de ensino da cidade de Ipatinga-MG, por possuírem as séries finais do ensino fundamental (5ª a 8ª série).

A escolha dos professores da amostra foi feita analisando os seguintes critérios: a) Ser formado na área de educação física; b) Trabalhar com Educação Física nas séries finais ensino fundamental (5ª a 8ª série).

O tempo de profissão dos professores da amostra está apresentado na tabela 1.
 
Image
 
Foi enviado à Secretaria Municipal de Educação de Ipatinga, uma carta referência constando à apresentação dos pesquisadores, o objetivo da pesquisa, o pedido de autorização para realizar a entrevista, bem como o questionário a ser aplicado.
 
O questionário foi entregue aos participantes e recolhidos na data definida pelos entrevistadores. As questões permitiram detectar aspectos como: a) O interesse do professor pelo Atletismo; b) os professores que trabalham com atletismo e suas justificativas; c) se tem contato com cartilha de atividades para atletismo e d) se fatores, segundo eles, que podem contribuir para o desenvolvimento do Atletismo nas aulas de Educação Física.
 
Após a realização da entrevista, os dados coletados foram agrupados em tabelas e analisados por estatística descritiva com base na literatura apropriada, a fim de justificar os resultados encontrados.

Resultados e Discussão
Na tabela 2, é apresentado o envolvimento dos entrevistados com o atletismo, do qual verificou-se que 13(treze) professores (68,4%) são espectadores desse desporto. Entendem-se como espectadores todos aqueles que acompanham a modalidade, conhece seu funcionamento, suas regras e suas competições.
 
Image 
 
No questionamento sobre o fato de trabalharem ou não o atletismo durante suas aulas, 10 (dez) professores (52,7%) responderam que sim considerando que o atletismo está presente em outros desportos. Os dados são apresentados na Tabela 3.
 
Image

Esses professores (N=10), afirmaram que trabalham com o atletismo em suas aulas quando trabalham com outras modalidades que possuem elementos de corridas e saltos. O que se espera é que esses professores trabalhem com o atletismo em sua forma específica para daí ele ser base para os outros desportos e não o contrário. Além disso, o atletismo, de acordo com Schmolinsky (1982), auxilia e dá oportunidade para jovens em idade escolar de desenvolverem qualidades como coragem, decisão, força de vontade, perseverança, autodisciplina, lealdade e prontidão; e Sant (1993), completa mencionando que na escola, ele proporciona diversão, convívio por meio do competir, emoções e excitações além de habilidades esportivas.

Percebeu-se ainda na tabela 3, que uma grande proporção de professores (47,3% - N=9) não trabalham com atletismo em suas aulas mesmo sendo espectadores do atletismo, conhecendo e estando bem próximo como 68,4%(Tabela 2) da amostra afirmou ser. Para isso Mezzaroba et al (2006) justifica que mesmo conhecendo e sabendo da importância e necessidade da aplicação da modalidade do Atletismo no âmbito escolar, os professores se acomodam em abordar esse conteúdo em suas aulas e colocam várias dificuldades para seu desenvolvimento. Com base nesta afirmação, foi perguntado aos professores sobre a maior dificuldade para se trabalhar com atletismo nas escolas. O resultado está na Tabela 4.
 
Image
 
Analisando as respostas dos professores em relação às dificuldades para o Atletismo na Escola foi possível notar que a maioria dos entrevistados (36% - N=7), respondeu que é necessário um maior conhecimento desse esporte por parte dos professores, considerando que conhecimento aqui está relacionado com a maneira de ensinar, de adaptar, de facilitar o atletismo para um melhor desenvolvimento dentro da escola. A maioria dos professores de educação física, em geral considera a disciplina Atletismo na Faculdade como fundamental embasamento pedagógico para se trabalhar o atletismo na escola (BRAGADA, 2000), o que como acadêmicos desse curso, sabemos como ninguém que somente a disciplina do curso não é o suficiente para se levar para a escola; é preciso um maior envolvimento e busca por alternativas para se fundamentar. Essa dificuldade pode ser amenizada com pesquisas em sites de federações, pesquisas em bibliotecas, principalmente a da própria faculdade; basta um pouco mais de dedicação e interesse desses professores. As aulas de educação física são o primeiro contato de muitos jovens com algum esporte, e se lá for ensinado de maneira errada ou desmotivante, poderá resultar em um abandono daquele desporto pelo aluno fora da escola.

Outra justificativa que foi bem apontada foi a falta de material prático próprio (26,4% - N=5); mas esse problema pode ser resolvido com a improvisação de materiais como bolas confeccionadas com meias e serragem; bastões de cabo de vassoura para corridas de revezamento, pneus pendurados como alvo para lançamento, entre outros de acordo com a criatividade do professor, afirma Kirsch et al (1984).

Segundo Galvão (2002), é de muita importância o interesse e a pesquisa dos professores como forma de otimizar os conhecimentos do que se propõe a trabalhar considerando que o embasamento teórico pode influenciar positivamente ou negativamente na transmissão de conteúdos, o que pode justificar também, os 52,7% (N=10) dos professores que responderam que um dos principais fatores que podem auxiliar no desenvolvimento do Atletismo nas aulas de educação física é a necessidade de um material teórico próprio como meio de auxiliar seu planejamento. O resultado desta variável aparece na Tabela 5.
 
Image
 
Pôde-se notar uma grande vontade dos professores em trabalhar o atletismo em suas aulas, mas sentem a falta de um material teórico específico, como livros, vídeos, cartilhas de atividades para orientá-los no ensino desse desporto, já que apenas 2 (dois) entre os professores entrevistados têm conhecimento de algum material desta natureza e mesmo sendo 17 (dezessete) que não têm conhecimento, todos afirmaram que se tivessem contato, utilizariam essas atividades em suas aulas.

É essencial que o professor busque sempre sua fundamentação, pois de acordo com André (2004) o professor que tem um embasamento teórico, ou que busca reunir informações sobre um determinado assunto e analisá-las, tem como principal objetivo aumentar o conhecimento sobre aquele assunto ou até mesmo descobrir algo novo que vai lhe auxiliar na solução de problemas e ampliar sua visão acerca do esporte que pretende trabalhar em suas aulas. Esses professores, sendo em sua maioria espectadores, conhecedores do desporto não podem se conformar com essas dificuldades e devem estar sempre buscando em revistas, livros e o que for preciso para alcançar seu objetivo com o atletismo.

“A Educação Física é uma prática pedagógica que, no âmbito escolar, tem como tema, formas de atividades expressivas corporais como: jogo, esporte, dança, ginástica, formas estas que configuram uma área de conhecimento que podemos chamar de cultura corporal” (COLETIVO DE AUTORES, 1992). Em concordância com esta afirmação, todos os entrevistados foram unânimes em afirmar que o atletismo deve fazer parte do planejamento anual; o que indica que eles também concordam com Darido (2000) e o Coletivo de Autores (1992) que afirmam que o atletismo permite desenvolver capacidades físicas como resistência, força, flexibilidade, velocidade e impulsão. Além de estimular o raciocínio, a percepção e a agilidade e que no ambiente escolar ele pode se organizar e ainda buscar diferentes objetivos com sua prática; o que necessita é uma introdução deste desporto no planejamento do professor a fim de alcançar toda a importância que o atletismo teve ter na formação do aluno em todos os aspectos.

Conclusão

O professor e a escola devem estar empenhados em oferecer uma grande variedade de movimentos e ações para seus alunos para que a Educação Física realmente seja uma prática de cultura corporal e para ser de grande importância na formação pessoal física e até psicológica de seus praticantes. E um trabalho dessa natureza pode contribuir para que este desejo se torne realidade.

Mesmo não tendo nenhuma “receita de bolo”, um material teórico de apoio pode ser de grande ajuda para o desenvolvimento do atletismo nas escolas, onde os professores possam se fundamentar e firmar seus objetivos com o desporto citado.

Esse material poderá ser a alavanca fundamental que o atletismo precisa para ser mais aproveitado nas aulas e mostrar como é simples seu desenvolvimento por contar com várias maneiras de se adaptar ao contexto e a faixa etária dos alunos. É essencial que as escolas da rede municipal de ensino de Ipatinga, juntamente com seus professores de Educação Física, busquem alternativas para trabalharem com o desporto atletismo em suas aulas sempre focado em torná-las mais diversificadas respeitando a faixa etária e o nível motor de cada uma, para atingirem mais objetivos com seus alunos.

Para isso, recomenda-se aos professores que procurem mais alternativas para se fundamentarem como consultas a bibliotecas, internet, até mesmo em clubes que trabalhem com atletismo; aos pesquisadores, que sejam realizados estudos futuros baseados em propostas de diversas associações de atletismo, que são jogos e brincadeiras para o atletismo com o objetivo de buscar soluções para a prática desse desporto nas escolas, bem como elaboração de cartilhas de atividades específicas para o ambiente escolar que sejam de fácil acesso para auxiliar esses professores a incluírem essa prática esportiva em seu planejamento e desenvolvê-la em suas aulas mesmo em locais não específicos e materiais adaptados.
 
Referências Bibliográficas

ANDRÉ, Marli. Pesquisa, formação e prática docente. In: O papel da pesquisa na formação e na prática dos professores. Campinas, SP: Papirus, 2004.

BRAGADA, José. O Atletismo na Escola: Proposta programática para abordagem dos lançamentos “leves”. Horizonte - Revista de Educação Física e Desporto, vol XVII, nº 99, Jun-Jul 2000.

COLETIVO DE AUTORES, Metodologia do Ensino de Educação Física . 9ª ed. São Paulo: Cortez, 1992 (Coleção magistério. 2º grau. Série formação do professor).

DARIDO, Suraya. Olimpíadas na Escola. Revista Nova Escola. Edição Agosto de 2000 disponível em http://novaescola.abril.uol.com.br/ed/134_ago00/html/repcapa3.htm. Acesso em 14 set. 2006.

FERREIRA, Henrique Barcelos. Iniciação esportiva: uma abordagem pedagógica sobre o processo de ensino-aprendizagem no basquetebol. Campinas,2001 Artigo Eletrônico Disponível em http://www.databasket.com/artigoscientificos/henriqueunicamp.asp acesso em 05 set. 2006.

GALVÃO, Zenaide. Educação Física escolar: a prática do bom professor. Revista Mackenzie de Educação Física e Esporte – Ano 1, Número 1, 2002. Disponível em http://mackenzie.com.br/editoramackenzie/revistas/edfisica/edfis1n1/art5_edfis1n1.pdf acesso em 20 set 2006.

KIRSCH, August; KOCH, Karl; ORO, Ubirajara. Antologia do atletismo: metodologia para iniciação em escolas e clubes. Rio de Janeiro: Ao Livro Técnico, 1984.

KOCH, Karl. Desenvolvimento da motricidade e da aptidão física infantil através do correr, do saltar e do lançar. In: Antologia do atletismo: metodologia para iniciação em escolas e clubes. 1ª ed. Rio de Janeiro: Ao Livro Técnico S/A, 1984

LIMÃO, kelly; LUÍZA, Maria; GODOI, Ana Carolina; ANJOS Dr. José Luiz dos; TAVARES, Dr.Otávio. A Presença do Atletismo em Escolas do Município de Vitória. 2004. Artigo biblioteca Eletrônica. Disponível em http://www.educacaofisica.com.br/mostra_biblioteca.asp?id=1302 acesso em 30 ago 2006.

MEZZAROBA Cristiano; ROMANSINI Leandro Augusto; MOREIRA Elisa Leão; PEREIRA Helena; SOUZA Edison Roberto de. A visão dos acadêmicos de Educação Física quanto ao ensino do atletismo na escola. Revista Digital - Buenos Aires - Año 10 - N° 93 - Febrero de 2006. Disponível em http://www.efdeportes.com/efd93/atlet.htm acesso em 30 ago 2006.

MUSEU DOS ESPORTES. A história do atletismo. S.d. Disponível em http://www.museudosesportes.com.br/atletismo.php: acesso em 10 set 2006.

ORO, Ubirajara. Enfoques pedagógicos da iniciação ao atletismo. In: Antologia do atletismo: metodologia para iniciação em escolas e clubes.1ª ed. Rio de Janeiro: Ao Livro Técnico S/A, 1984.

PINTO, L.M.S.M. A recreação/lazer no "jogo da Educação Física e dos Esportes. In: MONTANDON, I. Educação Física e Esportes nas escolas de 1° e 2° graus. Belo Horizonte-Rio de Janeiro: VILLA RICA, 1992

SANT, J.R. Metodologia Del Atletismo. Barcelona: Paidotribo, 1993.

SCHMOLINSKY, G. Atletismo. 1ª ed. Lisboa: Estampa, 1982.
 
 
 

Elias de Oliveira Justino
Welesson Rodrigues

Graduados em Educação Física pelo Centro Universitário do Leste de Minas Gerais - UnilesteMG

Orientador: Sildemar Estevão Venâncio
Especialista em Treinamento Esportivo
Docente do Curso de Educação Física do UnilesteMG

 
 
 
Última Atualização ( domingo, 25 de janeiro de 2009 )
 
< Anterior   Próximo >

Parceiros

Terrazul Informática

Orkut

Advertisement

Estatísticas

Membros: 1210
Notícias: 383
Links: 156
Visitantes: 1378873