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Esporte na mídia é tema de dissertação
As aulas de Educação Física no ensino fundamental já não acontecem, há um bom tempo, apenas em quadras ou ambientes externos. Os professores vêm optando por diferentes conteúdos, utilizando vídeos e outros recursos, para dar uma visão mais abrangente do esporte a seus alunos. Foi o que fez o educador físico Eduardo Fantato. Em sua pesquisa de mestrado, Fantato elegeu a mídia como foco do estudo, a partir de experiências realizadas com alunos de 8ª série de uma escola de Paulínia.
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A importância da quantificação do treinamento em atletas de Voleibol PDF Imprimir E-mail
Escrito por Rodrigo Gianoni, Emerson Konda, Carlos Mantovanelli, Cleber Miranda   
terça, 02 de junho de 2009
ImageQuando falamos em treinamento físico, pensamos em melhoria das capacidades funcionais (capacidade física) e morfológicas (composição corporal). Para que isto aconteça devemos estar ciente das variáveis de treinamento como volume e intensidade.
 
Esta relação volume x intensidade só é controlada quando quantificamos as sessões, ou períodos de treinamento. Esta quantificação é controlada por número de séries, repetições, número de exercícios realizados intervalos e cargas (peso).
 
No voleibol de alto nível, a preparação física se inter-relaciona com a parte técnica e tática. Um exemplo a ser mencionado é o treinamento pliométrico, onde este se refere a uma mistura complexa dos efeitos do treinamento dinâmico negativo e do treinamento dinâmico positivo (WEINECK, J. 2003), sendo este treinamento realizado através de saltos.
 
Como o treinamento pliométrico é realizado através de saltos é importante a quantificação destes para não ocasionar efeitos negativos do treinamento por superestimar ou subestimar o mesmo.
 
Geralmente no voleibol, o treinamento pliométrico é feito em duas sessões de treinamento, sendo uma junto ao treinamento isolado na musculação e a outra, na parte técnica e tática pelo fato do atleta ainda continuar a dar saltos para a execução do treinamento específico que é jogar o voleibol.
 
Uma das formas de quantificação de saltos em cada sessão de treinamento é fazer scout dos jogos amistosos nos períodos de preparação para a verificação do número de saltos com equipes, por exemplo, teoricamente mais fracas, iguais e mais fortes que a sua equipe. Com isso a partir dos resultados obtidos, a comissão técnica poderá controlar melhor as variáveis de treinamento (volume x intensidade).
 
Outras formas de quantificação devem ser observadas como as variáveis de treinamento em uma sala de musculação, onde é necessário e fundamental para o desempenho esportivo. Na sala de musculação o atleta de voleibol treina força máxima dinâmica, força máxima isométrica dinâmica, força explosiva (força com velocidade) e também resistência de força rápida, sendo estes não controlados causarão efeitos negativos.
 
 Este controle é fundamental pelo fato de o atleta de voleibol ter muitas capacidades físicas importantes a ser treinada para melhorar seu desempenho dentro da quadra, dando uma maior margem de erros ao treinador.
 
O treinamento bem quantificado promoverá uma otimização das capacidades funcionais e morfológicas promovendo uma economia de energia, sendo este, influenciando na menor desidratação dos atletas, que por sua vez quanto mais intensa a atividade, em termos de energia consumida na unidade de tempo (kcal.h-1), maior será a sudorese produzida para a dissipação de calor.
 
Em um estudo pioneiro de Pitts, Johnson et  al. 1944 já demonstrava que a desidratação resulta em dificuldade na regulação da temperatura corporal, o que pode causar redução no desempenho.
 
Estas afirmações só nos levam a crer que quando se trata de um campeonato ou jogo muito equilibrado, estas quantificações podem levar vantagem em relação a equipe menos quantificada, sendo os resultados também podem ser influenciados por fatores extrínsecos, como por exemplo, habilidade do jogador.

 

Referências:
 
PITTS, G.C.; JOHNSON, R.E.; CONSOLAZIO, F.C. Work in the heat as affected by intake of water, salt and glucose. American Journal of Physiology, Bethesda, v.142, n.253-9, 1944.
 
WEINECK, J. Treinamento Ideal. São Paulo: Manole, 2003.

 

 

Texto: Comissão Técnica (Santos Futebol Clube - FUPES de Voleibol)
Rodrigo Gianoni  - Cref: 044722-G /SP
Emerson Konda  – Cref:  020361-G/SP
Carlos Mantovanelli –  Cref: 043363 – G/SP
Cleber Miranda  – Estudante. 
  

 

 

 

 

 

Última Atualização ( terça, 02 de junho de 2009 )
 
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